Uma parte de um texto que escrevi e gostaria de levar comigo

“Não importa se vocês não se acham importantes ou se alguém disse para vocês que vocês nunca iriam se reerguer do que já foram porque vocês valem a pena. Cada um de vocês… De nós… Temos tudo que qualquer pessoa tem e somos seres humanos como todos! Merecemos ser felizes. Merecemos uma familia que nos ama. Merecemos uma casa e comida quente em nossa barriga. Nenhum de nós precisa provar nada para ninguém além de nós mesmos e o grande desafio de verdade é entendermos isso!”

Meu nome Ícaro

As pessoas que me conhecem (ou conheceram algum “Ícaro”) já devem ter me ouvido falar que eu amo meu nome, que é uma lenda grega e/ou tem algo a ver com asas. Eu, quando pequeno, pesquisava o significado do meu nome em sites de “significados de nomes” e o meu era um simples “Filho de Dédalo”, sendo que Regina, por exemplo, significa “A Rainha”. Mas quem seria esse Dédalo? E por que meu nome é tão brocoxô? Sim, eu fui procurar a lenda e me encantei pelo meu nome.

A partir de várias fontes que eu li e da minha vivência como um Ícaro, eu acabei criando uma versão minha do meu nome. E, como normalmente quando eu vou contar fica muito extensa e as pessoas desistem, eu vou escrever aqui. Aí vai ficar claro o porquê das tatuagens que eu quero fazer (Imagens 2 e 3).

Bem, a história começa com Dédalo, uma das pessoas mais brilhantes da Grécia antiga, e seu filho Ícaro sendo expulsos de seu lar e indo se refugiar em Creta. Lá, ele se ajudou um romance proibido (viabilizou a cópula da esposa do rei com um Touro divino) e foi o responsável indireto pelo nascimento do Minotauro. O rei da Creta, Minos, para manter a criatura longe até que apareça alguém forte o suficiente para matar, mandou Dédalo construir um Labirinto grande e confuso o suficiente para que o Minotauro não pudesse sair.

E ele o fez, com a ajuda de Ícaro, da melhor forma que poderia fazê-lo. O Labirinto estava pronto. E era tão bom que nem mesmo o próprio Dédalo saberia como andar por ali. Após a construção do Labirinto, Rei Minos descobriu a ajuda que Dédalo deu a sua esposa e mandou prender os dois dentro do Labirinto.

Desesperados para caso não conseguissem sair mais dali, Dédalo sendo o grande inventor que sempre foi criou um plano utilizando apenas Cera e penas, que o Labirinto já possuía em sua construção. Assim, Dédalo pôde criar asas capazes de levar ele e o filho para longe. Assim, procurou e achou um abismo que dava para o mar, que o Labirinto oferecia como brecha. Os dois estavam colocando as asas quando Dédalo chegou em Ícaro e lhe disse “Essas asas aguentam seu peso, mas não poderá voar tão baixo, pois as ondas te jogarão contra as pedras, e nem tão alto, pois o Sol irá derreter as asas”. Dito isso, os dois partiram vôo.

E eles conseguiram sair de Creta, mas havia algo estranho no céu, e Ícaro percebeu logo. Subiu levemente apenas para entender o que era aquela sensação que estava sentindo, como um misto de adrenalina e felicidade. Foi quando a Nuvem saiu da frente e ele pode ver o que lhe trazia aquela angústia: a carruagem de Apolo estava a passar pelos céus e quanto mais Ícaro olhava para a carruagem e para Apolo, mais ele não conseguia se conter. E alçou voo rumo diretamente para a carruagem, mas ela estava distante. A cada batida de asa ele ficava mais encantado com a beleza da carruagem, com a beleza de um Deus como Apolo e hipnotizado por sua vontade de entender e ter o que estava de frente para ele. Naquele ponto, ele estava sentindo uma dificuldade horrível para se manter no ar, mas estava muito próximo de seu destino… As asas não aguentaram.

O calor que a Carruagem-Sol irradiara derreteu a cera das asas e as penas foram se descolando até não existir mais penas. E Ícaro caiu. Na queda, viu que Apolo não notou sua presença. Viu que estava muito longe do que ele realmente achava. Viu que o pai estava certo. Viu que ele ia morrer, mas não tinha mais outra coisa para fazer. E caiu. Dédalo, que passou todo esse tempo gritando com Ícaro, agora não tinha mais família, e seguiu seu caminho só.

Assim acaba a história. E é por isso que eu quero fazer a pena e o sol: a Pena simboliza a fragilidade de que representava a vida de Ícaro, os cuidados que ele precisava tomar e a força que ele tinha para viver. O Sol é o seu inimigo – é o sonho que não se cabe em apenas uma vida, é a força de mil bombas atômicas que simplesmente não foram feitas para um garoto franzino, é o poder que a vida não pode cobiçar. E acredito que esse seja o dilema de todo Ícaro. Sempre em procura do que não pode ter, do sonho que dificilmente se realizará.

Avatar: A lenda de Aang e A lenda de Korra

A imagem explicita Aang (À esquerda), Wan (no centro) com outros Avatares em seu redor (Korra, Kyoshi, Aang e Roku) e Korra (À direita).

Eu pensei em começar falando sobre Avatar porque:

1- É uma das minhas séries animadas favoritas, senão a favorita;

2- É simplesmente muito boa;

3- Todo mundo ao menos já ouviu falar.

Bem, o que eu posso falar sobre essa série, que eu conheço bastante e também considero pacas? Certo, vou começar falando em partes sobre o enredo. Lembrando que a série tem HQs que explicam muito melhor todo o mundo avatar.

O termo “Avatar” se caracteriza porque há uma “passagem de alma em corpos” carregando poderes especiais com ela e, portanto, uma responsabilidade singular. O Avatar é um espirito dentro da humanidade que tem como objetivo contra balancear o caos e tentar chegar em um equilíbrio e, quem sabe, numa paz quase que definitiva. Através dos tempos, este espírito passa ciclicamente por humanos tentando sempre estabelecer um equilíbrio para que o mundo dos espíritos e dos humanos possam vivem de forma harmônica. O ciclo é diretamente conectado com as sociedades existentes no mundo e sua hereditariedade, pois o que a série fala é que os outros avarares são o primeiro Avatar (Avatar Wan) em outras vidas, sendo ele a alma principal que fez a primeira conexão e transformou a realidade dos espíritos e dos humanos. Para maiores entendimentos sobre quem é o Avatar, aconselho assistir o Livro 2: Espíritos de A lenda de Korra. Enfim, o Avatar é um tipo de diplomata que não pode ter pátria ou família e precisa levar a vida inteira tendo como objetivo principal a paz entre os povos e os espíritos.

Os povos principais na história são divididos entre:

– Reino da Terra, uma monarquia absolutista que se transforma numa República Democrática.

– Nação do Fogo, uma monarquia imperial que depois se transforma numa monarquia Parlamentar

– Nômades do Ar, que viviam e depois voltam a vivem em uma anarquia estável ou democracia bem expansiva (acho que posso chamar de Anarquia).

– Tribo da Água. A do Norte possui/possuía uma monarquia religiosa/teológica que depois se transforma numa monarquia parlamentar. A do sul era mais uma democracia simples e vira uma monarquia religiosa.

(Republic City é apenas em A lenda de Korra e é uma metrópole que tem como objetivo ser uma terra “Neutra”.)

Vou começar a falar sobre os por menores, então falarei de cada série individualmente, começando por Aang.

O mundo de Aang é bastante complexo e interessante. Com uma geopolítica dinâmica, o mundo sempre está mudando, seja em sua política, seja no fator ambiental, seja em sua cultura ou até em sua fala.

A história é bastante complicada para tentar resumir, afinal em A lenda de Aang, todos os personagens se desenvolvem pessoalmente e cada um deles está conectado ao mundo de forma diferente e possui um ponto de vista sobre o momento, mas eu vou tentar.

Como eu já disse, o Avatar é um espírito cíclico. Ele respeita a ordem de Fogo – Ar – Água – Terra. Aang é um nômade do ar e foi criado e cresceu como um simples nômade do ar, apesar de ser um prodígio e conseguir ser mestre aos 12 anos. Quando ele completou seus 12 anos, os sábios do templo do ar do sul lhe contaram que ele era o Avatar daquela época e, a partir dali, ele deveria esquecer todo seu vínculo com o templo do ar do sul, além de aceitar a vida sem formar uma família ou ter um contato tão firme com amigos. Aang tinha 12 anos e surtou geral: fugiu de casa e, no meio da fuga, acabou sendo pego por uma tempestade muito forte e violenta que o jogou no mar junto com seu mascote Appa. Graças à sabedoria dos Avatares anteriores, Aang se congela num Iceberg.

Aang não sabia, no entanto, que a Nação do Fogo estava planejando uma guerra global e utilizaria um cometa que amplificaria os poderes dos dobradores de fogo (Cometa Sozin fora batizado graças ao Imperador vigente do fogo, Senhor Sozin). A Nação do fogo utilizou o cometa para genocidar todos os monges do ar, esperando que o Avatar estivesse muito jovem para impedir um exército bem treinado com o poder do cometa e morresse junto. Cem anos depois da guerra ter começado e do genocídio dos dobradores de ar, Aang sai do Iceberg e começa sua saga para tentar aprender os 4 elementos antes do próximo cometa Sozin chegar, em seis meses, e a Nação do fogo tenha poder suficiente para destruir por completo a última resistência significativa: O Reino da Terra e ganhar a guerra.

Agora vou falar sobre os personagens:

– Aang: Um menino de 112 anos, nômade do ar, em que acabou caindo de paraquedas num mundo em uma guerra profunda e horrenda e num mundo em que sua cultura e todas as pessoas que a cultuavam foram mortas. Com 12 anos, ele dá o máximo para dar a volta por cima.

– Katara: Uma garota da pequena Tribo da Água do Sul, a última dobradora de água de lá, em que não faz ideia do que fazer com seus “poderes”… Até que ela, sem querer, tira Aang do sono profundo e embarca na viagem com ele para o mundo. A palavra de Katara é Esperança e ela é a personagem dos discursos motivadores. Se me lembro bem, tem 13 anos.

– Sokka: O personagem hetero top alívio cômico. Irmão de Katara, mas sem habilidade de dobra, Sokka é um brilhante estrategista e guerreiro. Suas principais armas são um Boomeraang (piadinha) e espadas. Conhecido pelo Sarcasmo e por ser um devorador de carne. Se me lembro bem, tem 14 anos.

– Zuko: Não posso chamar ele de vilão, mas não é exatamente um herói. Zuko é o Príncipe da Nação do Fogo. Ao desonrar seu pai de frente aos generais de guerra aos 12 anos, foi desafiado para um duelo contra o próprio, onde recebeu uma cicatriz no rosto e uma missão para restaurar a honra: Capturar o Avatar. Se me lembro bem, ten 15 anos.

– Toph: Só aparece do Livro Terra para frente (em minha humilde opinião, melhor personagem). Ela é uma dobradora de terra cega. Consegue “ver” através das vibrações que o chão passa para ela em pura dobra de terra. Como sempre precisou da dobra de terra para sobreviver, ela cresceu dobrando terra e pode ser considerada uma mestra… No auge dos seus 11 anos.

– Azula: Irmã mais nova de “Zuzu” (Zuko), Azula é a dobradora de fogo mais poderosa do mundo e também uma megalomaníaca. Ela definitivamente eu posso chamar de vilã… E como… Ah, e ela tem 12 anos, mas não se confunda com a idade, pois ela treina dos mais simples pergaminhos aos mais complicados desde pequena e sempre o fez com perfeição. Uma verdadeira prodígio. Conseguiu, inclusive, aperfeiçoar sua dobra para produzir raios! Muito louco.

Como a maioria dos personagens são crianças ou adolescentes, a história tem um ponto de vista infantil com pitadas de humor em meio a assuntos sérios e profundos, um sem perder a sutileza e detalhe do outro. Os personagens crescem em suas perspectivas de vista em relação a guerra e às desgraças que acontecem e que eles tentam ajudar a melhorar enquanto viajam o mundo. Cada personagem tem seu desenvolvimento pessoal e isso é tratado de forma muito inteligente na série, pois cada episódio tem informações que não são perdidas durante a série que, lembrando, é uma corrida contra o tempo.

A lenda de Aang é uma série para rir, para chorar, para ficar nervoso, para torcer, para se apaixonar pelos vilões, para perdoar. Apropriada para todos os públicos, sendo interessante em qualquer idade. Se eu fosse dar uma nota, daria 9/10.

Coisas que eu posso falar que são ruins:

– A animação do Livro Água é horrível;

– Os personagens secundários são maltratados, porque eles são lembrados e chamados, mas depois desaparecem e fica assim. Falta respostas na série (Que se respondem nas HQs);

– Shipps canons muito ruins. Meu deus. Mas eu respeito porque eles não sabem o que é amar direito: passaram a vida em guerra.

Certo, agora passarei para A lenda de Korra.

Sabe o que eu falei sobre A lenda de Aang? Esqueça. Ignore. Delete. Suma. A lenda de Korra, apesar de ser a continuação da Lenda de Aang, é uma série independente e com um ponto de vista completamente diferente. A única coisa que eu posso falar que acontece nas duas séries é o desenvolvimento dos personagens, apesar de A lenda de Korra focar muito em Korra, e falar sobre como a visão do Avatar impacta na história e como o mundo é descrito.

A lenda de Korra é uma série mais adolescente/adulta e diretamente psicológica/pessoal. Diferente de Aang, Korra não tem um objetivo claro ou um inimigo físico em que pode se basear toda a sua história. O maior desafio de Korra são as barreiras que ela impõe para ela mesma. No entanto, mesmo superando as barreiras de sua mente e amadurecendo, Korra sempre se transforma e, apesar de salvar o dia, sempre ela sozinha sofre muito. Claro, como Aang, ela tem seus amigos, no entanto A lenda de Korra mostra como nossos desafios pessoais só podem ser resolvidos por nós mesmos. Sempre precisaremos de ajuda, mas o ponto final somos nós que devemos colocar.

Korra também fala sobre expansão norte-americana/europeia, mas epa foca mais em governo e regimes. Cada temporada de A lenda de Korra possui um vilão diferente com uma filosofia de vida diferente:

– Amon e os igualitários: defendiam a tomada de poder em todos os lugares dos não-dobradores para que esses sejam tratados ou que façam serem iguais aos dobradores.

– Unalaq e Vaatu: Defendiam que apenas os espíritos poderiam trazer o verdadeiro equilíbrio para o mundo

– A Lótus Vermelha: Discordava sobre a existência de nações e líderes mundiais, pois estes não representam o povo como o próprio povo. São “defendedores da liberdade”.

– Kuvira e seu exército de unificadores: Utilizou da força para dominar todo o Reino da Terra para unificá-los.

Em todos estes há uma ideologia por trás, apesar de não muito bem trabalhada: Socialismo, Teocracia, Anarquia e Fascismo. Korra, ao lutar com cada um desses, aprende coisas novas que faz ela mudar Republic City e mudar a si mesmo, transformando Republic City numa Metrópole diversa e estável (Teoria do Governo Misto de Políbio) e faz com que ela mesma mostre a todos qual ideologia está certa (democracia republicana) e qual está errada.

É complicado falar sobre isso, até porque eu discordo, mas estou falando porque é uma teoria e se encaixa muito bem.

Certo, agora falarei sobre os personagens (Não lembro a idade deles direito, até porque na série Korra começa com 16 e termina com 21):

– Korra: Mimada, revoltada, decidida e muito conflituosa, mas divertida e aventureira, Korra veio da Tribo da Água do Sul. Apesar de a impaciência e teimosia serem duas características que compatilham, Korra e Aang são muito diferentes. Até porque Korra tem pais e foi altamente treinada em quase todos os elementos e culturas desde pequena com a Lótus Branca escondida no Sul. Ícone bissexual aqui.

– Tenzin: Filho mais novo de Aang e um dos poucos dobradores de ar no mundo inteiro. Além de ser um mentor para Korra e um líder mundial, ele vira um amigo também. Tenzin é o famoso capricorniano, então respeita.

– Mako: Um banana. Dobra fogo. Amigo de Korra o qual ela já deu uns pega.

– Bolin: Irmão de Mako. Melhor pessoa do universo. Alívio cômico bissexual (60% de certeza nessa teoria que eu fiz). Lindo, educado, fofo, charmoso, modelo, ator, forte, robusto e enfim.

– Asami: Ícone bissexual. Muito linda, infelizmente cometeu o erro de dar uns pegas em Mako também. Muito rica, dona de uma das maiores empresas automobilísticas do mundo e investidora livre. Perfeita.

Os outros eu acredito que não preciso falar.

Uma coisa importante: época e tecnologia. Em A lenda de Aang, a tecnologia era diretamente ligada ao uso, ou seja, não haviam muitas máquinas. A grande guerra que produziu os primeiros balões de ar quente e, depois, os primeiros dirigíveis. Motor era algo que só os engenheiros/mentes mais brilhantes e/ou pessoas com os mais altos níveis de educação conseguiam manejar.

Em Korra, o mundo está vivendo uma revolução industrial, que seria a nossa Segunda revolução. Por ser um momento de “calmaria”, as descobertas feitas pelo mundo são melhor compartilhadas e incorporadas na cidade, seja os Carros, seja a polícia dominadora de metal (descoberta de Toph), seja robôs ou até artigos eletrônicos. A tecnologia em Korra chega em mais ou menos no começo do século XX, enquanto que a de Aang ta mais ou menos no século 18 ou 17, no começo da Primeira Revolução Industrial.

Muitos falam que A lenda de Korra é pior que a de Aang, seja porque Korra não tem um vilão fixo e fica meio “vaga” a história, seja porque os personagens lembrem os personagens de Aang (e Bolin seria uma cópia malfeita de Sokka), seja ainda o fato de Korra já ser quase uma Avatar formada e o espectador não sentir o desenvolvimento como acontece em Aang.

Tudo isso daí é besteira. Como eu já disse, A lenda de Korra não tem um vilão fixo, mas tem seus problemas pessoais como obstáculos (muito mais sérios e dolorosos que os de Aang, que sempre tem um final feliz). A história não é vaga pois, apesar dela já saber três elementos logo no começo, ela ainda teve que aprender sobre Ar e sobre o Mundo Espiritual, coisa que Aang não precisou, já que os Nômades do ar têm uma conexão direta com os espíritos.

Além disso, o desenvolvimento do personagem Aang está muito ligado também aos seus amigos e suas aventuras. No Primeiro Livro, temos Aang, Katara e Sokka se colocando em confusão em praticamente todo lugar por onde vão. No Segundo Livro, eles tentam mais focar na Guerra em geral, afinal perceberam que pequenos conflitos não vão derrotar o Senhor do Fogo. O Terceiro Livro é um pouco de tudo: Ação, dor, espionagem, segredos revelados… A história e o mundo não ficam estáticos com a atuação dos personagens diretamente neles, e com Korra acontece o mesmo.

No Primeiro Livro, Korra não tem maturidade para sentar e ouvir, a Republic City não tinha governo próprio e todos os personagens estão jogados tentando construir suas respectivas vidas, indiferentes do mundo em que eles vivem. No Segundo Livro, Republic City tem um Prefeito, mas ainda ouve coisas dos chefes de Estado ao redor do mundo, os personagens estão se adaptando quanto a valorização de suas atitudes e a crença de que eles podem mudar o mundo. No Terceiro, temos uma Republic City como potência, temos o questionamento sobre os Regimes Politicos regentes e seus chefes de Estado e os personagens adentram em suas histórias para poder achar o melhor que puderam se transformar, além de uma nova instabilidade criada pela tentativa de Korra anterior de manter o equilíbrio. No Quarto Livro, temos uma Korra destruída pela responsabilidade de ser Avatar, temos uma nova instabilidade vinda diretamente da transformação que Korra causou no mundo e a destruição quase por completo de Republic City.

Ah, e os shipps canon de Korra são 10000x melhores.

É isso. Termino esse post falando que essas séries são muito boas. Que vale muito a pena assistir. Que vocês precisam assistir o quanto antes.

Eu aconselho, para saber mais e para assistir mesmo, o site MundoAvatar.com.br .

É isso.

O primeiro post.

Como primeiro post, eu queria agradecer a minha amiga por ter tido a ideia de ter meu blog e poder falar sobre as coisas que eu me interesso. Este é meu primeiro blog, então me perdoem se caso algo der errado ou haver complicações na escrita ou nas imagens ou nas citações ou na estrutura do texto… Sou novato.

Enfim, quero também esclarecer novamente que não fiz esse blog para orgulho próprio, mas apenas para gerar conversas saudáveis e informar. Agora fiquem com essa caveira colorida aí.